sexta-feira, 27 de março de 2015

A IMPORTÂNCIA DAS CORES NA SUA IMAGEM

Em todos os aspectos da nossa vida, as cores possuem diversos efeitos e nos transmitem sensações, e na nossa imagem pessoal, a cor é o elemento que causa o primeiro impacto visual.

Com certeza você já ouviu alguém dizer: “Você fica tão bem com essa cor”, e normalmente isso se repete quando você usa a mesma roupa. Acontece também de comprar uma blusa linda, mas toda vez que você tenta usar, acaba desistindo sem mesmo saber por quê. Isso acontece porque as cores são as corretas ou as erradas para você.

Através da Análise de Coloração Pessoal, é possível determinar as tonalidades que mais valorizam a pessoa, sendo válidas para a escolha tanto de roupas, como de maquiagens e acessórios. Cada pessoa tem uma gama de cores pertencente a uma estação do ano que lhe favorece, pois acompanham as suas próprias tonalidades, não chamando mais atenção que o seu rosto.

As cores certas tem um efeito incrível no nosso rosto: pele com aspecto saudável, descansada e rejuvenescida, suaviza a textura e marcas de expressão, reduz olheiras, rosto corado e iluminado, harmoniza os contornos, valoriza os traços e afina o rosto. Já as cores erradas têm um efeito negativo: pele cansada com aparência envelhecida e abatida, pele amarelada ou cinzenta, acentua marcas de expressão e olheiras, além de alargar o rosto.

Com os homens, o impacto das cores no visual é ainda maior, pois eles não têm os recursos de maquiagem para disfarçar as imperfeições. Até a barba parece mais bem feita e os cabelos mais bem cortados, conforme as cores que estão usando. 

Você sabia que as cores tinham tanto efeito na sua imagem? Que tal tentar usar um pouco mais de cor no seu dia-a-dia?

Luciana Lasalvia  - Consultora de Imagem Pessoal e Estilo  Estilo 360 Graus 

sexta-feira, 13 de março de 2015


O cérebro feliz

A meditação da atenção plena, conhecida como Mindfulness, envolve exercícios de concentração no próprio corpo, respiração ampla e consciente, sentar-se com a coluna ereta e observar a mente e o corpo de maneira neutra e calma. Sem nenhum julgamento, crítica e expectativa, o praticante mantêm uma prática constante de meditação diária, em média entre 30 a 40 minutos. Este tipo de meditação tem sido bastante divulgada, pois retira essa prática do contexto religioso e filosófico, e o insere na vida cotidiana de todos aqueles que buscam equilíbrio, calma, serenidade e saúde.       

Pesquisa realizada na Universidade de Massachusetts prova o efeito no cérebro e na saúde de praticantes. Os resultados são animadores, praticamente pode-se dizer que é possível ensinar como ser feliz. Um grupo de 16 participantes, com idade entre 25 a 50 anos, que nunca praticaram meditação antes, passaram pelo o mesmo processo. Imagens de ressonância magnética foram realizadas antes e depois do treinamento de meditação. Os resultados provam que a meditação alterou o cérebro dos participantes, estimulando regiões que envolvem aprendizado, regulação da emoção e auto percepção. Todos os participantes relataram o aumento do bem estar e de uma sensação de paz e tranquilidade. O doutor Britta Hölzel, que acompanhou de perto a pesquisa, relata: “É fascinante ver a plasticidade do cérebro e que, praticando a meditação, podemos desempenhar um papel ativo na mudança do cérebro que pode aumentar o nosso bem-estar e qualidade de vida”.

Você já praticou? Meditar é uma prática, assim como exercícios físicos. No início é mais difícil, pois assim como o músculo atrofia sem exercício, a capacidade de concentração focada também se reduz. Mas alguns minutos por dia vão estimulando a capacidade de se aquietar fisicamente e relaxar os pensamentos, livrando-se de todo o estresse, ansiedade e inquietação. Afinal, pesquisas já comprovam, quem medita tem um cérebro mais disposto a ser feliz.  

Se tiver interesse em aprender e praticar meditação, entre em contato pelo email@mariebize.com.br
Marie Bize- Psicóloga clínica

quinta-feira, 5 de março de 2015

QUALIDADE vs. QUANTIDADE

A gente sempre ouviu falar que qualidade é mais importante que quantidade, e isso também se aplica na hora de planejar o guarda-roupa. Vale a pena investir mais dinheiro em menos peças, mas que sejam de qualidade e durabilidade maior.
A roupa “abraça” a gente o dia todo, então tem que ser escolhida com carinho e cuidado para que esse abraço seja agradável ao longo do dia, e para acertar na hora das compras devemos ficar atentas nas seguintes características:
:::Tecido Dê preferência a peças que tem em sua composição maior quantidade de fibras naturais, como algodão, seda, linho e lã. A viscose (ou raiom), apesar de ser uma fibra artificial, é feita a partir da celulose e também é uma boa fibra. As fibras naturais são melhores, pois são mais confortáveis, tem aspecto mais refinado, respiram melhor, e são biodegradáveis.

:::Toque Se um tecido é suave ao toque, tem uma textura agradável, é sinal de que o material é de qualidade.
:::Acabamento Um acabamento limpo não tem fios soltos nem tecido desfiando, a costura não pode estar torta, as barras não podem estar retorcidas e os forros não podem aparecer do lado de fora. Observe também o interior da peça, se por dentro ela é bem feita significa que foi confeccionada com bastante cuidado.
:::Caimento Dedique alguns minutos no provador para conferir se a peça veste bem, se é confortável, se não impede os movimentos, se as costuras do ombro estão no lugar, se o decote valoriza o colo, se a gola está certinha no pescoço, se os bolsos da calça fazem muito volume, etc...
Roupa cara nem sempre significa roupa boa. Com essas dicas podemos avaliar se aquela peça de roupa realmente vale o preço que está na etiqueta. Uma roupa não precisa ter todas essas características para ser de boa qualidade, mas quanto mais delas tiver, melhor.
Nas próximas compras, fique atenta a essas dicas e tenha um guarda-roupa cheio de estilo e qualidade!



Luciana Lasalvia  - Consultora de Imagem Pessoal e Estilo - Estilo 360 Graus